Ser padrinho em Rotary significa assumir uma grande responsabilidade

Ser padrinho em Rotary significa assumir uma grande responsabilidade
Ser padrinho em Rotary significa assumir uma grande responsabilidade

Ser padrinho em Rotary significa assumir uma grande responsabilidade. Nem todos têm essa consciência; limitam-se a assinar a proposta de um novo associado e segurar a lapela do afilhado no dia da posse. Mais nada.

A primeira condição de um padrinho é ter conhecimento de Rotary, para que não oriente erradamente o seu afilhado. Depois, é recomendável saber se o proposto tem realmente vocação de servir e se dispõe de tempo disponível.

O trabalho direto de orientação consiste de convidar o candidato a frequentar as reuniões do clube, falar das atividades da instituição, de seu objetivo, das obrigações e deveres do rotariano, bem como da importância da frequência. É recomendável, também, conhecer eventualmente a família do candidato.

Após a posse, sugere-se que o padrinho continue a orientar o seu afilhado, sobretudo se o novo associado não tiver a iniciativa ou espontaneidade de se aproximar dos demais companheiros.

Além do padrinho, muitos Rotary Clubs pelo mundo adotaram o chamado mentor do clube. O mentor é um associado que possui qualidades para acolher um novo associado e que procura integrá-lo ao clube. Rotary recomenda que o mentor acompanhe o recém-admitido rotariano por pelo menos seis meses a partir do seu ingresso, apresentando-o aos demais membros do clube, sugerindo atividades das quais possa participar e verificando regularmente, se o novo associado se sente confortável.

 

(Fonte: “Instruções rotárias”, de José Silvano Portes, p. 55)

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